quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

1ª Assembléia de Estudantes da Escola Municipal Ensino Fundamental Marciano Altoé

A principal qualidade do amor é a força.
Mas para sermos forte é preciso gostarmos de nós. 
Para gostarmos de nós é preciso conhecermos-nos profundamente, saber tudo de nós mesmos, das coisas mais difíceis de acreditar.
A união faz a força, o poder faz um 
milagre e a derrota um vencedor.


Essa é galera dos bastidores!!!!
Essas meninas estão preparando com muito carinho a nossa Assembléia.
Alegria não irá faltar!!!!


A criatividade e a originalidade estarão presentes.

Não faltarão mãos, pés, braços, abraços, sorrisos, carinhos, ternura...

Teatros, poesias, músicas... é só aproveitar!!!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

POEMA DO CORAÇÃO


1. Faça um levantamento do vocabulário que se refere ao coração enquanto órgão do corpo humano.
1.1. Selecione os vocábulos que remetem para os sentimentos do coração.

2. Explique o sentido das expressões:
a) " falo-vos do coração"
b) "com o coração nas mãos"
2.1. Dê dois exemplos de expressões e/ou provérbios em que apareça a palavra coração.

3. Quais os sentimentos que o sujeito poético gostaria que estivessem no coração?
3.1. Que outro sentimento pensas que ele gostaria de incluir quando refere "e tudo, e tudo o mais"?

4. Identifique e explique o valor expressivo do recurso estilístico presente no seguinte verso: " Mas o seu coração é como o dos compêndios."

5. Achas que o poema dá resposta à pergunta do último verso?
5.1. Justifique devidamente a sua resposta.

6. Num pequeno texto, em verso, caracterize o "teu coração"!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Exercícios

01 - Retire o sujeito de cada oração:
  a) Nós estávamos estudando geografia
  b) Caiu o vaso de flores da mesa da sala
  c) Ana partiu mais cedo
  d) Tudo isso ainda será teu, meu amor.
  e) O lindo pássaro assobiava na roseira

02 - Circule o núcleo do sujeito dos períodos abaixo:
 a) Nós pediríamos muita coisa, mas a situação não permitia.
 b) A menina chegava em casa, porém não encontrou sua mãe.

03 - Sublinhe os núcleos dos sujeitos abaixo e classifique-os em simples ou composto:
O grande problema é todo teu
b) A grande pirâmide mostrava o colossal poder.
Estes meus retratos estão magníficos.
Alguma coisa  o perturbou está noite.
Os três espertos ursos saíram da toca.
A Terra e o Sol são astros celestes.
O tico-tico cantava sobre as árvores altas.
Chegaram das férias papai e mamãe.

04 – Oração onde o  sujeito é classificado de simples:
(a)As mais bonitas pessoas deste país estão no Rio
(b)Vínhamos caminhando tranqüilamente Odete e  eu.
(c) Carregamos a bandeira até o bairro mais próximo.
(d) Caíram o  livro e o vidro da estante da sala.


05 - Complete com um sujeito adequado cada frase abaixo:
a)_____________amassou a banana pela manhã.
b)Morreu____________ do aquário.
c)___________pôs um ovo no galinheiro.
d)______________são importantes para os animais.
e)__________e__________carregaram as malas do papai.
f)___________,_________e__________são frutas gostosas.
g) Pastavam no gramado o_______e____________.
h) ___________está batendo na porta da frente.

06 - Transforme o sujeito simples de cada oração, em sujeito composto:
a) Os rios são muito importantes.
b) Ana correu com medo do trovão.
c) O espinho é parte de um vegetal.

07- Classifique o sujeito de cada oração:
a) Alguma coisa o perturbou esta noite.      
b) Nós sentimos muito a tua falta, meu filho.
c) Você e eu estaremos bem na  viagem
d) Atravessaram bem Ana e João.                               
e) Choveu durante toda à tarde de sábado.               
f)Estivemos a tua espera por toda madrugada
g) O seu Abelardo me convidou para almoçar.

08. Qual frase apresenta o núcleo do sujeito grifado:
(a) Caiu da prateleira o livro
(b) Saímos muito bem na prova.
(c) o meu amigo me desejou um bom dia.
(d) viajaremos pela tarde.
(e) N.R.A.

09 - Nas orações abaixo, há apenas uma onde o termo sublinhado é classificado de núcleo do sujeito. Aponte-a:
O bom menino ajudou a mãe.   
Meu filho querido passou
A esperança morreu ontem
O doce vinho foi bebido

10 - Marque o quesito onde a oração traz um sujeito simples:
Viajaremos  você e eu
Tudo isso será vendido
A vingança fizeste
 Nada fizeram ontem


11 - Analise os enunciados e suas afirmações entre parênteses e marque a letra que traz a exata correspondência às observações corretas:
I    -  Geou em São Paulo na noite passada....(oração sem sujeito)
II   - No estudo está o sucesso.....................(sujeito simples)
III  -Você esteve doente a noite passada?
            (predicativo do sujeito)
IV  - Ana viu tudo de sua sala......(Predicado verbal)
V   -Ganhou um presente Maria do Carmo...(Sujeito elíptico)
todas estão corretas.    
todas estão erradas.
somente a V está errada     
II e a V estão erradas

12 - Uma oração abaixo apresenta um predicativo do sujeito.Marque-a:
(a) A vida está no mundo
(b) O querido velho morreu
(c) A tábua está podre
(d) O pai achou o filho doente

13 - Na oração: “Ninguém ou alguém se trata de uma só pessoa”.O sujeito é :
(a) composto                                      (b) simples
(c) indeterminado                               (d) inexistente

14 - Enumere a 2a. coluna  pela primeira e aponte o quesito correspondente às suas afirmações:

sujeito  composto 
sujeito  simples                            
sujeito elíptico ou desinencial  
sujeito indeterminado                         

  (   ) Nada mais me interessa
  (   ) Correram Ana e Julião
  (   ) Nesta sala, pede-se muito silêncio
  (   ) Ao Roberto levamos a comida
  (   ) Ela tinha algo muito especial
  (   ) Alguém esteve aqui
  (   ) Vi alguém em tua casa
  (   ) O lápis e a caneta compraram ontem
(a) 4, 1, 4, 2, 2, 4, 4, 1.
(b) 2, 1, 2, 3, 2, 3, 3, 4.
(c) 4, 4, 4, 4, 2, 4, 3, 1.
(d) 2, 3, 4, 3, 2, 4, 4, 1.
(e) N.R.A.

15 - “Caiu da cama de mamãe o bebê de Rosemery” O sujeito é:
Simples: (o bebê) 
Composto: (o bebê de Rosemery)
Composto: (da cama de mamãe
 Simples:(o bebê de Rosemery) 

16-É um exemplo de sujeito desinencial:
(a) Estudaste?                (b) Levaram  o pato
(c) Tudo é meu              (d) Eu me  amo

17 - “Saímos de trem da capital”:
O sujeito é indeterminado
“de trem” é  o objeto indireto
“de trem” é o adjunto adverbial
 O sujeito é inexistente

18 - Quando o núcleo do predicado for um verbo, então o predicado é verbal, mas se o núcleo do predicado for um nome (adjetivo), então o predicado será nominal.  Sabendo disso, classifique o predicado em verbal ou nominal.
a) Minha tia mora numa casa de campo.
b) Joana esta em casa.                   
c) Mariana está dormindo                                                              
d) Nós fizemos uma gostosa sopa de camarão.
e) Convidamos Maria pra sentar.  
f) A minha mesa está quebrada.   
g) Ainda me resta o amor.                              
h) O pobrezinho do menino ficou caído. 

domingo, 28 de novembro de 2010

O rei dos comilões


Era uma vez um rei que era um grande comilão. Era o rei dos comilões. E como não havia ele de ser o rei, se o reino se chamava Comilândia ou Terra dos Comilões? Empanzinava-se o rei, do pequeno-almoço à ceia, e empanzinavam-se os seus súbditos, em menor quantidade, claro, mas também com fartura, pois então! 
Era um reino de abundância aquele. Tudo nascia, crescia e dava fruto que era uma admiração. O trigo a abarrotar os celeiros, o gordo gado a pastar nos prados, a água e o vinho a jorrar das fontes, as couves tronchudas a alegrar as hortas, enfim um país de maravilha, um país nunca visto, meus amigos.
O que a terra dava chegava e sobrava. E o que sobrava era muito. Se fosse distribuído pelos países vizinhos, que não tinham a mesma sorte da Comilândia, a fartura tocaria a todos, a toda a gente, a todo o Mundo. Mas neste ponto, o rei comilão e rei dos comilões não era do mesmo parecer.
 - Cada um que trate de si - dizia o monarca.

Ora um dia, estranho dia, aconteceu uma coisa de espantar. Foi o caso que o rei, dirigindo-se para o salão, onde iria tomar o seu pequeno-almoço, perdeu o apetite. Perdeu o rei o apetite, antes de chegar à mesa do banquete, e não conseguiu lembrar-se de onde o teria deixado.
- O rei perdeu o apetite - murmuram os conselheiros para os ministros, os ministros para os generais, os generais para os conselheiros, os conselheiros para os ministros, os ministros para os generais, num murmúrio sem fim.
Puseram-se todos à procura do apetite real, mas sem resultado. Seria possível que o famoso e realíssimo apetite desaparecesse, sem quê nem porquê, de um momento para o outro? Onde teria Sua Majestade deixado o apetite?
O mais estranho nisto tudo é que os súbditos, por voltas e reviravoltas do destino, também foram perdendo o apetite. Vendo bem, não havia motivo para espantos. Eles, que em tudo seguiam Sua Majestade, acompanhavam-na neste passo, da mesma forma que a tinham acompanhado, como glutões, nos muitos banquetes reais.
A doença, que não tinha sinais de doença, alastrou. Andava todo o reino com fastio. Os frutos apodreciam nas árvores, as couves secavam nas hortas, o vinho e a água inundavam as terras, o gado devastava os trigais. Ninguém sentia vontade de comer, ninguém se dispunha sequer a estender um braço para colher os frutos da abundância. Estava o reino perdido.
Sentindo a ameaça dos vizinhos cobiçosos, dispostos já a atravessar as fronteiras, empunhando espadas e lanças, os conselheiros lembraram ao rei, que fora comilão, a necessidade de distribuir as colheitas e os bens armazenados pelos habitantes dessas terras pobres, que circundavam o reino.
- Nunca! - barafustou o monarca avarento. - Cada um que trate de si.
Insistiram os conselheiros, lembrando-lhe, como argumento, que esses bens e alimentos já não eram necessários ao país. Assim conseguiram convencer o rei e logo ali se combinou um encontro entre monarcas vizinhos e o rei, que fora comilão.
Enviados os convites, todos aceitaram. Cheios de curiosidade, vieram, com os seus séquitos, conhecer a hospitalidade da farta terra dos Comilões.
Houve cerimónias, negociações amigáveis e um grande projecto de distribuição dos excedentes do reino às populações mal alimentadas dos reinos vizinhos. No fim de tudo, um banquete oferecido pelo rei visitado aos reis visitantes assinalou condignamente os contratos de paz.
Querem então saber uma coisa? Nesse jantar, pela primeira vez há muito tempo, o rei da Comilândia sentiu crescer-lhe água na boca, ao cheiro dos manjares trazidos para a mesa.
Voltara-lhe o apetite, tal como a todos seus súbditos. Não era um apetite desalmado como dantes, mas uma boa e saudável fome, que nascia na barriga e não nos olhos...
E assim acaba a história. E acaba bem.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Devemos amar e respeitar ...


a Árvore que dá sombras, que dá frutos.
a Baleia que vive a nadar pelo mar.
a Cachoeira que vive a vida a correr.
o Dinossauro que viveu a milhões de anos atrás.
a Ecologia que é a ciência que estuda a vida.
a Figueira que é uma arvore frondosa e faceira.
a Girafa que é pescoçuda como uma garrafa.
o Hipopótamo que é pesado e gosta de água.
o Índio que vive em aldeias na mata.
o Jacaré que rasteja devagar e sabe nadar.
a Laranja que guarda um suco saboroso.
o Mar que é imenso e tem água salgada.
a Natureza que nos encanta com sua beleza.
o Ozônio que protege a terra.
o Planeta que vive a vida a girar.
o Quati que tem a cauda comprida com anéis de pelos pretos.
o Rio que corre para o mar como quem vai se atrasar.

a Selva que é um lugar habitado por animais.
a Terra que é o planeta em que vivemos.
o Universo que é onde existem planetas, estrelas e asteróides.
o Vento que é o ar em movimento.
o Xaxim que é uma planta que tem o tronco formado por raízes.
e Zelar pelo nosso amado planeta terra. 

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

CRIADORES E SUAS CRIATURAS

Receita para fazer um herói
Música: Ira!  -   Letra: Reinaldo Ferreira
Toma-se um homem

Feito de nada como nós
Em tamanho natural
Embebece-lhe a carne
De um jeito irracional
Como a fome, como o ódio

Depois perto do fim
Levanta-se o pendão
E toca-se o clarim...







Predicativo do Objeto



Predicativo do Objeto é o termo se refere ao objeto direto ou indireto, expressando uma qualidade, estado ou classificação.

Exemplo:

• Chamei-lhe de orgulhoso. (lhe: objeto indireto; do orgulhoso: predicativo do objeto indireto)


• Maria fez um bolo gostoso.

(fez: verbo transitivo direto; um bolo: objeto direto; gostoso: predicativo do objeto direto)

Predicativo de Sujeito



O predicativo do sujeito qualifica ou classifica o sujeito no predicado através do verbo de ligação.

Ex.:

• Ontem eu estava cansada.
• O bolo era de chocolate.
• Marina continua alegre.
• Vocês serão felizes.

No predicativo do sujeito podem ocorrer verbos intransitivos ou verbos transitivos, além dos verbos de ligação.

Ex.:

Camila chegou feliz. (verbo intransitivo com predicativo do sujeito)

Ele foi considerado inocente. (verbo transitivo com predicativo do sujeito)

Os alunos fizeram a redação cuidadosamente. (Verbo transitivo indireto com predicativo do sujeito)

Verbos de ligação


Verbos de ligação



I. verbo. de ligação 
O verbo de ligação é aquele que não indica ação, mas estado, qualidade ou condição do sujeito. Este verbo faz a ligação entre o sujeito e suas qualidades ou características.

Alguns dos verbos de ligação são: ficar, permanecer, continuar, estar, ser, etc.

Ex.:
• Ontem eu estava cansada.
• O bolo era de chocolate.
• Marina continua alegre.
• Vocês serão felizes.

Esses verbos serão considerados intransitivos se forem encontrados no predicado somente com adjuntos adverbiais.

Ex.:

• Minha festa será no parque aquático.
• O paciente permanecia na sala do médico.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Consciência negra - 20 de novembro



Meninos de todas as cores...

Era uma vez um menino branco chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos e dizia:
É bom ser branco
porque é branco o açúcar, tão doce,
porque é branco o leite, tão saboroso,
porque é branca a neve, tão linda.
Mas certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos eram amarelos. Arranjou uma amiga chamada Flor de Lótus, que, como todos os meninos amarelos, dizia:
É bom ser amarelo
porque é amarelo o Sol
e amarelo o girassol
mais a areia da praia.
O menino branco meteu-se num barco para continuar a sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos. Fez-se amigo de um pequeno caçador chamado Lumumba que, como os outros meninos pretos, dizia:
É bom ser preto
como a noite
preto como as azeitonas
preto como as estradas que nos levam para
toda a parte.
O menino branco entrou depois num avião, que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos.
Escolheu para brincar aos índios um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:
É bom ser vermelho
da cor das fogueiras
da cor das cerejas
e da cor do sangue bem encarnado.
O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos. Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Babá, que dizia:
É bom ser castanho
como a terra do chão
os troncos das árvores
é tão bom ser castanho como um chocolate.
Quando o menino voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:
É bom ser branco como o açúcar
amarelo como o Sol
preto como as estradas
vermelho como as fogueiras
castanho da cor do chocolate.
Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam em folhas brancas desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.

LIVRO: Meninos de todas as cores, Luísa Ducla Soares

MAIS TIRINHAS

QUEM VAI COLOCAR AS FALAS? ESSA ATIVIDADE PODE IR PARA O NOSSO LIVRO DE TIRINHAS...








Trabalhando com tirinhas


Trabalhando com tirinhas

SUGESTÃO:
1- Pesquise no dicionário o significado de covarde.
2- Você acha que os fortes e coajosos são os que falam grosso, mentem e brigam pelo poder?
3- Quando uma pessoa é forte e corajosa?
4- Ser amável, educado com as outras pessoas é uma atitude corajosa? Por quê?
5- O personagem do quadrinho se deixou influenciar pela opinião dos outros?
6- Os corajosos de acordo com o cartoom são uma minoria. Você acha que também é corajoso? Por quê?




7- Nem todas as opiniões são boas e verdadeiras. O que devemos fazer quando não concordamos com a opiniao de alguém?
8- Quando devemos mudar de opinião?


9- De acordo com o desenho da terceira tirinha, qual o significado de 'respeito'
10- Mesmo quando não gostamos de o trabalho de alguém devemos valorizá-lo. Por quê?

OBSERVE AS IMAGENS E ESCREVA DENTRO DOS BALÕES EXPRESSANDO UMA MENSAGEM :
Mensagem de paz



Mensagem de respeito pela opinião alheia


Mensagem de respeito valorização do trabalho

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Função sintática — sujeito e predicado - Em seu caderno sublinhe sujeito das frases e circule o seu predicado.

O Filho do Céu invejava o velho pintor.
O Mestre tinha dado uma lição ao seu discípulo.
O imperador vivia
num palácio.
Ling caiu.
Os soldados obedeceram ao seu chefe.
Os guardas trancaram os prisioneiros na cela.
O Reino de Han pertencia ao Mestre Celeste.
Os soldados foram lá.
O Mestre dissera a verdade ao imperador.
O imperador e os cortesãos viram aquele mar de jade?
Ling pôs aí os pincéis.
Wang-Fô terá morrido?

Tipos e formas de frase

- A minha professora, quando eu resolvo um teste muito depressa, vem sempre com o provérbio: "Olha que depressa e bem há pouco quem!"
-
Que graça! A minha mãe diz uma coisa parecida! É assim: devagar se vai ao longe.
-
Pois o meu pai, quando eu quero desconversar, lá vem ele com a frase do costume: “Não vires o bico ao prego, João”.
-
É que os pais e professores gostam muito de dar conselhos. O meu passa a vida a dizer: "Usa e serás mestre", mas eu não percebo muito bem o que é que ele quer dizer com isso. Tu sabes?


Neste pequeno texto aparecem-te vários tipos e formas de frase. Transcreve uma frase:

a. Imperativa afirmativa
________________________________________
b. Declarativa afirmativa neutra
_________________________________________
c. Exclamativa afirmativa
________________________________________
d. Imperativa negativa
________________________________________
e. Declarativa negativa
________________________________________
f. Interrogativa afirmativa
_______________________________________

Atividade - sujeito

1. Na frase “Acabei de me mudar”, o sujeito não está explícito. Que palavra poderia ser colocada antes do verbo?
2. Qual o sujeito da oração “ E já que nos conhecemos...”
3. “
E já que nos conhecemos...” Escreva no caderno uma ou mais orações que poderia completar o enunciado .

4. Encontre o sujeito das frases abaixo:
a) Por detrás das nuvens surgiu a lua cheia.
b) Saímos, meu companheiro e eu, em busca de aventuras.
c) Nada trouxeram meus tios de sua viagem.
d) Estava o nobre cavaleiro pronto para a glória das batalhas.

5. Dê exemplo de:
a) Frase nominal.
b) Frase verbal.
c) Oração absoluta.
d) Período simples
e) Período composto.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O macaco e a veIha ( Ricardo Azevedo)

História sugerida pela aluna: Fernanda Mello Fadini     


  Era uma casa em cima do morro. A ve­lha morava lá. Na frente tinha jardim e atrás um montão de bananeira. Perto da porta da cozinha ficava uma escada de pegar banana. A escada quebrou. As bananas estavam madurinhas.
Um macaco vinha passando e a mulher chamou:
- Me ajuda a catar?
     O macaco disse sim. Trepou pelas folhas, deu um suspi­ro e desandou a comer tudo quanto foi banana bem bonita. A velha gritou:
- Safado!
O macaco ria.
- Pelintra!
      A mulher ralhava. O macaco só jogava pra velha bana­na verde ou então fedida, cheia de mosca e mancha preta. Depois o macaco deu até logo e foi embora.
      A velha juntou a banana que sobrou, xingando e caraminholando.
Mandou fazer uma boneca grudenta de cera. Botou na porta de casa, junto de uma cesta cheia de banana. E ficou agachada espiando.
Passou um dia. Nada.
Passou outro dia.
No terceiro, o macaco passou e sentiu um cheirinho bom. Veio chegando:
- Ô Caterina! Quero banana...
A boneca nem se mexeu. No céu, um sol de rachar.
O macaco pediu outra vez. A boneca quieta. a macacofalou grosso:
- Me dá uma banana, ô Caterina, senão leva um tapa.
A boneca nada e ele - pá - deu e ficou com a mão colada no beiço da moça de cera.
- Larga minha mão senão leva um beliscão!
A boneca nem ligou. a macaco deu e ficou com a outra mão presa.
     - Me solta, ô Caterina! Me solta senão toma um chute! Esperou que esperou. Meteu o pé e ficou mais grudado ainda.
      - Diaba! Moleca! Me larga, ô Caterina! - berrou o macaco preparando outro pé.
Chegou a velha arregaçando os dentes:
- Agora você me paga!
Levou o macaco lá dentro e mandou a cozinheira preparar o coitado para comer na janta.
A empregada foi e fez.
Na hora de matar, o macaco revirou os olhos e cantou:

Me mata devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói

Na hora de esfolar, o macaco cantou:

Me esfola devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói

Na hora de temperar, o macaco cantou:

Me tempera devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói

Na hora de assar, o macaco cantou:

Me assa devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói

     A cozinheira serviu o macaco num prato enfeitado com arroz, feijão-preto, couve, farofa e mandioca frita.
     A velha estalou a língua, sorriu, conou um pedaço e mordeu.
     Na hora de mastigar, o macaco cantou:

Mastiga devagar
Que dói, dói, dói
Eu também tenho filhos
Que dói, dói, dói

A velha estranhou, apertou os olhos mas comeu tudi­nho. Foi quando deu uma dor de barriga daquelas, pior do que rebuliço nas tripas. A mulher levantou, sentou, andou para lá e para cá. Não teve jeito, era o macaco pedindo:
- Quero sair.
A velha respondeu:
- Sai pelas orelhas.
- Não posso não, que tem cera - gritou o macaco. ­- Quero sair!
A barriga da mulher doía.
- Sai pelo nariz.
- Tá assim de gosma. Quero sair!
A barriga roncava cada vez mais.
- Sai pela boca.
- Pela boca não dá que tem cuspe. Quero sair!
Aí a velha estufou que estufou, estufou e pum!
Foi um estouro que se ouviu lá de longe.
E de dentro dela saiu o macaco e mais um bando de macaquinhos, tudo tocando viola, dançando e cantando:

Eu vi a bunda da velha iá, iá
Eu vi a bunda da velha iô, iô